O Hospital da Baleia promove um ciclo de reuniões mensais e multidisciplinares sobre o tratamento cirúrgico da obesidade. O próximo encontro será no dia 23 de abril, das 19h às 21h, no auditório do Laboratório São Marcos, unidade da rua Espírito Santo, no Centro. Os interessados – pessoas que querem emagrecer ou conhece alguém que tem interesse e possui indicação para fazer a Cirurgia Bariátrica, podem se inscrever gratuitamente pelo site.

O bate-papo sobre a Cirurgia Bariátrica será conduzido pelo coordenador do Centro de Cirurgia Bariátrica, Marcos Reis, a cirurgiã bariátrica Carolina Trancoso e a equipe multidisciplinar do Hospital da Baleia, composta por profissionais da psicologia, nutrição, endocrinologia, pneumologia, anestesiologia e cardiologista para responder as principais dúvidas sobre o procedimento da Cirurgia Bariátrica. O tema desse mês será: “Qual a melhor opção cirúrgica? Técnicas atuais e resultados esperados”.

O Brasil já é o segundo país que mais realiza a cirurgia bariátrica. O Hospital da Baleia realiza de seis a dez cirurgias bariátricas por semana, por convênio ou particular. Preocupado em apoiar pacientes que precisam de tratamento para a obesidade, a Instituição inaugurou, em março, um Centro de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e realiza encontros mensais gratuitos para esclarecer dúvidas da população. O local oferece quartos infraestrutura adequada para o paciente obeso, bloco cirúrgico com os melhores equipamentos do país e equipe capacitada e experiente – coordenada pelo Dr. Marcos Reis, uma das referências em cirurgia bariátrica no Estado de Minas Gerais. Segundo ele, menos de 10% das cirurgias bariátricas no país são realizadas pelo SUS.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, de cada 100 brasileiros, 50 estão acima do peso – e, desses, 16 dezesseis lutam contra a balança e não conseguem voltar à forma nem mudar hábitos alimentares. A população obesa vem crescendo em ritmo acelerado: na última década, a taxa de obesidade no Brasil aumentou em ritmo superior ao da taxa americana (maior do mundo) e, se permanecer assim, estima-se que em dez anos os brasileiros possam estar tão obesos quanto os americanos.

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