Cuidar da higiene bucal é um hábito quase ancestral. Os primeiros artefatos que se assemelham às modernas escovas de dente foram encontrados na China e pertenciam a Dinastia Tang (619 – 907). Suas cerdas eram produzidas com pelos de porco e crinas de cavalo. Porém, somente no século XX, especialmente após a Segunda Guerra Mundial, o seu uso foi amplamente popularizado. Depois de tanto tempo, o que não faltam são alternativas de escovas de dentes nas prateleiras dos supermercados. Entretanto, com tantas opções no mercado, a escolha do tipo ideal pode se tornar complexa para as pessoas. Por isso, o implantodontista e especialista em odontologia estética, Dr. Paulo Colho Andrade explica como fazer a opção adequada:

Cerdas extra macias: Salvo recomendações específicas expressas pelo dentista, as pessoas devem utilizar escovas extra macias, com acabamento arredondado e com a cabeça pequena. Este é o tipo ideal de escova que limpa de forma efetiva, não causa traumatismos na gengiva (evitando as retrações da mesma) e consegue alcançar os dentes do fundo da boca;

Recomendações específicas: Pessoas que possuem implantes dentários, próteses odontológicas e alguns casos pós-cirúrgicos podem precisar de escovas especiais, que devem ser indicadas pelo próprio dentista;

Escovas elétricas: são indicadas a pessoas que tenham alguma dificuldade motora para realizar a escovação, não sendo necessárias a pessoas que conseguem fazer a correta execução dos movimentos de escovação;

Dr. Paulo ainda recomenda a substituição da escova, no mínimo, a cada três meses e três escovações diárias, com a utilização do fio dental. Dentre estas, a higiene oral antes de dormir é a mais importante.