07 propostas foram registradas em cartório pelos candidatos a vereador do movimento Cidade que Queremos para o caso de serem eleitos. Chama a atenção para uma delas que compromete uma doação entre 40% e 70% do salário para causas sociais.

O movimento Cidade que Queremos é feito por pessoas da cidade de Belo Horizonte, ativistas de diversas causas, das lutas por moradia e por mobilidade e pela luta por espaço para as minorias (foto: reprodução/ facebook).

O movimento Cidade que Queremos é feito por pessoas da cidade de Belo Horizonte, ativistas de diversas causas, das lutas por moradia e por mobilidade e pela luta por espaço para as minorias (foto: reprodução/ facebook).

Além disso também está previsto um mandato coletivo e transparente: todas ações devem ser definidas coletivamente em assembleias em praças públicas e na internet, a criação de projetos e propostas para a cidade em oficinas abertas para cidadãos, a transformação de assessores parlamentares em agentes cidadãos com foco na representatividade de grupos minoritários,  evitar toda forma de fisiologismo e distribuição de cargos em troca de apoio político, a recusa a de verba indenizatória para uso pessoal e a recua a salários adicionais. São 12 os candidatos que assinaram o documento.

Quanto o plano de governo, o foco é para um movimento coletivo e transparente. A distribuição de cargos em troca de apoio político é opção que, segundo os candidatos, seria corta. “Queremos conduzir de maneira transparente a montagem da equipe, visando superar práticas políticas que condenamos e buscar a confiança da sociedade pelo compromisso real com o interesse coletivo em todas as ações”, descreve o arquivo protocolado.

Outra reivindicação é para a redução do salário dos Vereadores e do Prefeito. Novidade também é para as reuniões da Câmara: o documento sugere que elas aconteçam em praça pública ou pela internete, no intuito da população ser mais participativa nas decisões.