Foto: Reprodução/TV Globo

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Funcionários do Hospital Kubitscheck, na região do Barreiro, estão revoltados com as condições nas quais estão trabalhando. Segundo reportagem do site G1, os questionamentos são de sobrecarga de trabalho e também precariedade na estrutura física do hospital.

Desmotivados, os servidores decidiram paralisar suas funções como forma de manifesto. Dados da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais apontam que em média 100 novos pacientes são atendidos em 12 horas de plantão, além dos já internados em macas aguardando um leito.

Uma prova disso foi um anuncio que a coordenação do hospital pregou na entrada dizendo que  o atendimento estava restrito aos casos de risco de morte, por causa da superlotação. Ainda de acordo com o site G1, a Instituição dispõe de 275 vagas.

Sobretudo, o G1 informou que  a Fhemig disse em nota que está ciente da situação do hospital e já tomou as providências cabíveis, contratando profissionais em caráter emergencial, pagando plantões estratégicos a profissionais médicos, de enfermagem e técnicos em patologia clínica, e adequando locais para atender o aumento da demanda na unidade, principalmente em função do surto de dengue. Já os funcionários não sabem quando devem voltar a trabalhar.