Com os mais de 26 mil casos confirmados de dengue e ainda 11 óbitos, Belo Horizonte imergiu numa de suas piores epidemias da doença. Contudo, os hospitais públicos e até mesmo os particulares tiveram seu atendimento comprometido graças ao grande fluxo de pacientes. Uma alternativa que a Prefeitura encontrou para desafogar a demanda foi a construção dos Centros de Atendimento a Dengue (CADs).

O Aedes Aegypty é o grande vilão de toda a história (foto: divulgação).

O Aedes Aegypty é o grande vilão de toda a história (foto: divulgação).

Depois de algumas semanas em operação, a Prefeitura já está desmontando a estrutura dos Centros por conta da queda no número de atendimentos. Segundo a administração municipal, nos CADs, a redução foi de 42%, no período de 27 de abril a 18 de maio. Enquanto nos outros tipos de centros de saúde, a diminuição de pacientes com dengue foi de 19,3%.

Porém, os serviços provisórios instalados para atendimento exclusivo de dengue serão desativados aos poucos. A estrutura não será removida da noite para o dia. A PBH instrui que as pessoas que apresentarem sintomas da dengue devem procurar os 152 centros de saúde espalhados pela capital. No total, os CADs foram responsáveis por prestar atendimento a 14.330 pessoas.