Foto: divulgação.

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Das ruas do bairro São Lucas, região Leste de Belo Horizonte, para o palco da Virada Cultural. Esse é o trajeto que o rapper Djonga, um dos maiores da atualidade no Brasil, irá fazer. Após lançar seu terceiro álbum neste ano, Ladrão, o músico é a mais nova atração confirmada do evento.

Além do cantor, a Virada Cultural anuncia mais uma novidade que vai transformar o hipercentro em uma grande experiência para o público. É o “Viradão”, um circuito gastronômico no coração de Belo Horizonte, que sugere trinta estabelecimentos – cada um com uma indicação de prato apelidado como Viradão. A curadoria fica por conta do Daniel Neto, mais conhecido como o Nenel do Baixa Gastronomia, que há exatos 10 anos divulga a culinária popular.

Feijão tropeiro, mexidão, carne cozida de estufa, joelho de moça, linguiça de estufa, cachorro quente, acarajé, empadinha estarão no cardápio. Carpaccio de jiló agradarão aos veganos e outros. Nem a sobremesa fica de fora, vai ter indicação de sorvete artesanal no circuito. “Vai dar pra todo mundo ser feliz. O público tem a livre escolha de pedir o que quiser nos locais selecionados, mas faremos uma curadoria gastronômica para sugerir o que encontramos de melhor”, adiantou Nenel. A lista de estabelecimentos, pratos e valores será divulgada, em breve, no site.

A Virada será realizada durante 24 horas nos dias 20 e 21 de julho, com uma ocupação artística e cultural no hipercentro de Belo Horizonte. Ao todo, serão cerca de 400 atrações gratuitas – 120 selecionadas pelo edital – que devem atrair cerca de 500 mil pessoas em um circuito formado por seis áreas principais no centro da capital, além de espaços culturais parceiros, em uma experiência intensa de compartilhamento e ocupação do hipercentro, atrelada ao convívio com diferentes culturas, estilos, credos e tribos.