O halterofilia Fernando Reis é tricampeão Pan-Americano, 5º colocado na Rio 2016 e deve competir em Tóquio 2020 (foto: Jeff Swinger-USA TODAY Sports).

Para ser uma atleta olímpico, independente da modalidade, é preciso de muito suor e dedicação .Até porque o sonho de competir em uma Olimpíada é o maior que qualquer esportista possa ter. Porém, em três modalidades, o esforço precisa ser um pouco maior de que em algumas outras. Esse é o caso da escalada, do levantamento de peso e do ciclismo.

Entre essas modalidades, a mais tradicional é o levantamento de peso, presente nos jogos desde sua primeira edição, em Atenas 1896, e com três ausências ao longo do calendário olímpico. Para ser um halterofilista é preciso um trabalho muito sincronizado do corpo a fim de alcançar força suficiente a ponto de levantar centenas de quilos. Esse esforço não é fácil. Para Tóquio 2020, a classificação depende do ranking mundial que encerrará em abril. Serão 15 provas no total. O Brasil ainda não tem medalhas nessa modalidade, mas provavelmente chegaremos no Japão com um nome muito forte: Fernando Reis, que é tricampeão Pan-Americano.

Já para o caso do ciclismo, o esforço é pela intensa rotina de treinos e também pelos longos percursos de corridas. Essa é uma das modalidades que menos permite laser e mais exige dedicação do atleta para que a excelência seja conquistada. No caso de Tóquio 2020, serão nove tipos de provas individuais masculinas e femininas, 18 no total. O Brasil também não tem medalhas nessa modalidade.

Por último, a escalada, um esporte estreante nos jogos. Assim como o ciclismo, a escalada exige excelência do atleta para o alto rendimento por conta da rotina de treinos apertada. Para Tóquio, serão seis medalhas distribuídas de acordo com campeonatos e o ranking mundial. As chances do Brasil são remotas, mas temos grandes nomes como César Grosso na competição.