Os sócios Yellow Self Storage, Igor Oliveira e Fellipe Vianna (foto: Alexandre Rocha)

 

Tudo mudou de lugar com a chegada da pandemia causada pelo Covid-19. Em poucos dias, a sala virou home office, o ponto comercial teve que ser entregue e o escritório foi obrigado a fechar. Com isso, a falta de espaço veio como mais um entrave no combate ao difícil momento vivido pela sociedade. Os móveis, que cederam lugar à bancada de trabalho, os equipamentos, que outrora equiparam a loja, e todos os gadgets que montavam o escritório, agora precisam ser realocados.

Refém da falta de espaço, o empresário belo-horizontino Fellipe Vianna viu na própria dificuldade uma excelente oportunidade para empreender. Em meados de 2017 quando, entre outras atividades, iniciava um trabalho de representação de uma cachaça paulista em Minas Gerais, Fellipe se deparou com um dilema: à medida que a bebida se popularizava e a demanda por ela crescia, o apartamento onde morava aparentava ser cada vez menor.

“O negócio começou pequeno e, no início, era tranquilo armazenar algumas caixas em casa. Com o crescimento, a situação ficou insustentável e precisei recorrer à outra solução”, relembra. Foi então que ele usou, aprovou e virou cliente por mais de dois anos de um self storage na região oeste da capital.

Com o objetivo de ser a extensão da casa do cliente, oferecendo comodidade, segurança e redução de custo, o empreendimento liderado por Fellipe e Igor não caiu no bairro por acaso. A escolha do Cidade Nova como sede do negócio atendeu a uma das principais “dores” sentidas por Fellipe enquanto cliente: a distância. A localização estratégica, inclusive, diferencia a Yellow de grande parte das empresas do segmento, que escolheram os limites da capital como base de funcionamento.

“Estamos em uma das regiões que mais crescem na cidade, com mais de 20 bairros no entorno e vários edifícios em construção, muitos deles com apartamentos compactos. Além disso, o comércio vibrante, impulsionado por alguns shoppings nos arredores, faz deste local um ótimo ponto para o serviço que oferecemos”, explica. Somam-se, ainda, a proximidade com o Centro, com o Aeroporto da Pampulha e a rápida ligação com a Linha Verde, principal elo entre a região central da capital e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.

Visando impulsionar o serviço por aqui, oferecendo estrutura e serviço exemplar, os empresários fizeram um aporte superior a R$ 1 milhão até o momento da inauguração, ocorrida no mês de junho. Parte desses recursos foi investido em um fator primordial no funcionamento de uma self storage, a segurança. Com a instalação de equipamentos de ponta, incluindo sistemas de atuação redundante, que aciona um funcionamento auxiliar em caso de falha ou tentativa de violação, a estrutura da Yellow foi transformada em uma verdadeira fortaleza.

“Contratamos três empresas de consultoria em segurança. Não medimos esforços para que nossos clientes tivessem tranquilidade e segurança no armazenamento de seus pertences”, revela Fellipe. Segundo ele, cada cliente possui uma senha de acesso individual para ingressar na empresa e cada box é trancado com cadeado único, de posse exclusiva do locador.