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Um dos cartões postais de Belo Horizonte e forte integrante do cenário da orla da Lagoa da Pampulha, o Parque Guanabara enfrenta um momento de incerteza. Fechado há sete meses, a administração do parque não sabe qual será o futuro o espaço: se fecha as portas permanentemente ou se mantém-as abertas na expectativa da flexibilização alcançar seu modelo de atividade para enfim retomar as funções.

Reynaldo Pereira Dias, dono do Parque Guanabara, explica, em entrevista ao site G1, que não tem intenção de fechar as portas, mas o custo para manter o ambiente funcionando sem poder receber os frequentadores é muito alto. “Por volta de R$ 2 milhões, que tivemos de despesas durante esse período. E agora estamos utilizando todas as ferramentas para diminuir as despesas. Nós não temos a mínima intenção de fechar o parque. Se Deus quiser vai continuar sempre”, disse ao G1.

Há 50 anos na ativa, tudo como das atrações mais características de Belo Horizonte, o parque recebe normalmente cerca de 40 mil visitantes mensalmente. De olho na reabertura, Reynaldo contou ao G1 que está com a manutenção dos brinquedos em dia, que não delimitou nenhum funcionário e que está pronto para voltar com segurança e conforme as normas sanitárias exigirem.