Foto: divulgação

Fechado há sete meses em razão da pandemia do novo coronavírus, o Cine Theatro Brasil Vallourec está pronto para receber o público, presencialmente. E será Zeca Baleiro o primeiro artista a se apresentar, no dia 31 de outubro, sábado, com o espetáculo voz e violão “O amor no caos”.

A apresentação já estava agendada para o dia 30/10 e seria realizada apenas no formato virtual. Porém, com a liberação da Prefeitura de Belo Horizonte e a definição dos protocolos de segurança, o show muda de data para o dia 31/10 (sábado) e recebe o público também na plateia do Grande Teatro, sendo a primeira apresentação em formato híbrido na Capital. Cada pessoa poderá escolher se quer assistir ao vivo, da plateia do teatro, ou então no conforto de casa via internet.

Os ingressos estão sendo vendidos a preços populares – 10 reais a inteira e 5 reais a meia-entrada –, por meio do site. Quem já adquiriu ingressos para o formato online, antes da liberação pela PBH, poderá agora optar pelo formato presencial.

“É hora de nos reencontrarmos com o que nos conecta. A arte tem esse poder integrador e transformador. É um cenário novo para todos e, dentro da segurança necessária para a saúde dos artistas, da plateia e dos profissionais envolvidos, estamos cuidando para que a experiência do retorno ao teatro seja tão positiva e inspiradora quanto a arte que pulsa no palco”, afirma Sandra Campos, Gerente de Planejamento e Ação Cultural do Cine Theatro Brasil Vallourec. A expectativa é de que o formato híbrido, com a possibilidade de o público assistir online ou na plateia do teatro, continue no espaço cultural pelo menos até o fim do ano.

As limitações de capacidade e interações entre artistas e público ainda se fazem necessárias, mas Sandra Campos ressalta a importância que o olho no olho tem neste momento. “As luzes apagadas e os sinais antes da peça criam uma atmosfera especial no público antes do início de cada espetáculo. Já nos bastidores, o circular nos camarins por parte de artistas e produtores traz a injeção de ânimo que todos precisávamos para seguirmos com os cuidados com a saúde física, sem adoecer a mente”, avalia.