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O assassinato de João Alberto Silveira Freitas, em Porto Alegre (RS), motivou uma onda protestos em diversas capitais do Brasil, exatamente quando se comemora o Dia da Consciência Negra. Em Belo Horizonte, a concentração aconteceu em diferentes pontos da cidade como a avenida Afonso Pena, com rua Guajajaras, no hipercentro da capital. Os grupos protestavam, inclusive, contra o Carrefour, empresa na qual trabalhavam os seguranças que tiraram a vida do jovem negro.

“O Carrefour é o quê? Racista!”, gritavam os manifestantes na porta de uma das unidades do hipermercado em Belo Horizonte. Enquanto cerca de 100 pessoas gritavam palavras de ordem, o estabelecimento fechou as portas para evitar uma possível invasão. Cerca de cem pessoas acompanham o ato. Viaturas e motos da Polícia Militar acompanham todo o protesto mobilizado por movimentos sociais e partidários.

Este grupo era formado por cerca de 50 manifestantes. Um dos participantes foi o raper Djonga, músico mineiro que tem inúmeras composições que tratam tanto o racismo quanto a desigualdade social. Não foi necessária a intervenção da Polícia Militar.