Visando democratizar o acesso à internet e oferecer ferramentas para que essas comunidades retomem as suas atividades superando o isolamento digital, o Instituto Ramacrisna em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA) vão distribuir, cerca de 600 chips para mães de famílias em situação de vulnerabilidade social, que são atendidas pelo Ramacrisna. Os chips são da empresa Alô Social (em parceria com a TIM).

A iniciativa faz parte do programa Mães da Favela On, o maior projeto de conectividade em favelas já feito no Brasil com o objetivo de conectar 2 milhões de pessoas até julho de 2021. Para que a plataforma seja aproveitada como uma ferramenta de retomada econômica e educacional, o projeto enfoca o acesso aos conteúdos voltados à educação e ao empreendedorismo. A coordenação da curadoria e chancela do projeto fica por conta da UNESCO, que apoia o Mães da Favela desde a sua criação.

Com a parceria, será disponibilizado acesso à internet móvel e ligações para as mães do público atendido pelo Instituto em Betim e toda essa ação é possível por conta de parcerias firmadas com empresas como: Alô Social/TIM, PicPay, TikTok, O Boticário, VR Benefícios, Península Participações, Volvo, Comunidade Door e Banco Santander, além das fundações Tide Setúbal e Casas Bahia e dos institutos Humanize e Galo da Manhã.

Para a Vice-Presidente do Instituto Ramacrisna, Solange Bottaro, o programa Mães da Favela On e a plataforma de democratização digital são projetos que têm feito uma grande diferença na vida de muitas pessoas em tempos de recessão econômica e de isolamento social. “Eles escolheram o Instituto Ramacrisna pela presença intensa e próxima que temos com as comunidades que enfrentam insegurança e incerteza social. Abraçar estes projetos nos impulsiona a permitir mais oportunidades às famílias que acompanhamos. Com o acesso a internet por meio destes chips, as crianças e jovens retornarão aos estudos remotamente e muitas mulheres poderão de alguma forma gerar renda para as suas famílias, explica Solange.