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Com a taxa de ocupação de leitos de UTI em 86,1%, o que a configura na classificação vermelha, uma que o índice está acima de 70%, Kalil vai mesmo fechar a cidade. Comerciantes e dirigentes lojistas não gostaram da medida escolhida pelo prefeito e ameaçam uma manifestação na segunda-feira (11/1) para reivindicar o fechamento do comércio. Caso não tenham sucesso, o destino dos lojistas é fechar as portas por tempo indeterminado.

Caso aconteça, apenas o comércio essencial permanecerá aberto. Com isso, seguirão abertos setores como supermercados, padarias, mercearias, farmácias, açougues, instituições financeiras, hotéis e similares, serviços automotores e depósitos de construção civil. A prefeitura divulgará decreto nesta sexta-feira (7/1) para informar os horários de funcionamento dos itens essenciais. 

Por outro lado, lojas dos mais variados serviços terão que fechar até que um novo decreto seja publicado autorizando a abertura.  Nessa categorias enquadra comerciantes que vendem roupas, móveis, artigos esportivos, eletrodomésticos armas de fogo, tecidos e sapatos. Bares, casas de show, shoppings, livrarias, papelarias, joalherias e bijuterias, salões de beleza e estética, entre outros, também terão de fechar as portas.