Foto: reprodução

 

Durante uma coletiva de imprensa acompanhado dos médicos do Comitê de enfrentamento a Covid-19 e do secretário de saúde, Jackson Machado Pinto, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) anunciou a reabertura de Belo Horizonte a parir desta quinta-feira (22/4).“Eu queria abrir na quarta-feira passada, mas não deu”, confirma.

Ao anunciar a reabertura, Kalil e o secretário de saúde anunciaram que a prefeitura acompanha a ciência. “Nós vamos reabrir dentro dos protocolos. Achamos que chegamos a números que custaram muito a esse pobre povo do Brasil e hoje nós temos um conforto de nos dar esse tipo de abertura em Belo Horizonte”, disse.

Kalil também não descartou a possibilidade de um novo fechamento caso os números voltem a subir. “Essa intermitência de abre e fecha não acaba se não houver displiplina. É um trabalho de fiscalização rígida. Ela vai continuar firme dentro dos protocolos…Prefeito não abre a cidade, prefeito não fecha a cidade. Prefeito é simplesmente aquele que cuida da cidade. Quem abre ou fecha a cidade e a população”, salienta.

Lamentando as mortes, o prefeito ainda parabeniza o sacrifício do comércio. “Eu querida dizer a população de BH que tudo que está acontecendo é grande parte feita pelo esforço pelo comércio. Me desculpe mais uma vez! Ninguem ficou mais aflito que nós (PBH)… Nós esperamos que continue desta forma, que os números continuam caindo. Ao que tudo indica, pelos jovens que estão sendo atingidos, pela ameça de perda de filhos, de amigos, de jovens de 28, 29, 23 anos não vamos brincar”.

O trabalho do governo federal, com a vacinação também foi lembrado. “Vaciana e insumos, o municipaio e estado é um mero repassador para população. Aqui nessa cidade, nesse estado, ninguém comprou nenhuma vacina ou insumo. Por isso quero agradecer ao presidente do Congresso (Rodrigo Pacheco) e a influência do senador Rodrigo Pacheco que foi muito importante para a vinda desse equipemante para Minas e Belo Horizonte. Quanto a vacina, nós não compramos. Quando faltar, vamos avisar. Quando receber, mérito ao governo federal”, confirma.

Ao final, Kalil deixou claro que não adianta pressionar a prefeitura pormais flexibilização e que tudo depende dos indicativos. “Não adianta esse tipo de pressão sobre a prefeitura de Belo Horizonte. Inciamos uma guerra que começou a um ano atrás e vamos enfrentar passando por estratégia atrás de estratégias”, finaliza.