Polo industrial de Contagem avança em soluções para mitigar o ‘custo do calor’ nas operações
Com foco em eficiência energética, indústrias e centros logísticos na Região Metropolitana de BH adotam engenharia térmica para conter gastos com eletricidade e preservar margens operacionais
Considerado um dos maiores hubs industriais e logísticos do Estado de Minas Gerais, o município de Contagem tem registrado um avanço na adoção de soluções de engenharia térmica para mitigar os custos operacionais causados pelas altas temperaturas no interior de galpões e centros de distribuição. Com coberturas metálicas que chegam a ultrapassar os 65 °C nos períodos de pico do sol, a transferência de calor para os ambientes fabris e de armazenagem eleva significativamente a demanda sobre os sistemas de ar-condicionado e refrigeração, pressionando a conta de energia das empresas.
Estudos do setor indicam que o controle preventivo do fluxo de calor sobre as estruturas prediais pode reduzir a carga térmica interna em até 20%, gerando um alívio direto sobre as despesas com eletricidade. O Grupo 3TC, especializado em soluções de engenharia térmica e fabricação de produtos de isolamento, vem ampliando sua presença junto a indústrias, redes varejistas e operadores logísticos instalados na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa utiliza tecnologia exclusiva que atua de forma integrada contra radiação, condução e convecção reduzindo assim a carga térmica nas edificações antes que a energia precise ser consumida pelos equipamentos de climatização.
“A maior parte das empresas trata o calor como um custo inevitável ou foca apenas em ampliar os sistemas de ar-condicionado, quando a estratégia mais rentável é impedir que a carga térmica entre no galpão. Na prática, ao mitigar o calor na origem, reduzimos o tempo de operação dos compressores e geramos uma economia de energia sustentável ao longo do tempo. Trata-se de um investimento em infraestrutura que se paga pelo próprio ganho de eficiência operacional”, afirma o engenheiro Ricardo Valentini, CEO do Grupo 3TC.
A estabilização das temperaturas internas reflete-se no consumo de energia e na preservação de produtos sensíveis ao calor, como farmacêuticos, alimentos e bebidas, e na redução do absenteísmo ocupacional. Em ambientes logísticos e fabris de alta rotatividade, as oscilações térmicas aumentam o risco de perdas de estoque e condensação, fatores que comprometem a margem das companhias.
“Quando analisamos polos de grande densidade fabril e logística como Contagem, o ganho térmico não afeta apenas a conta de luz, mas a preservação de insumos e o desempenho das equipes em campo. Oferecer estabilidade térmica dentro do ambiente de trabalho garante menor deterioração de estoques termossensíveis e eleva a produtividade, transformando o controle da temperatura em uma alavanca direta de competitividade para a indústria local”, completa Ricardo.

